Ainda buscando se reerguer na indústria da web e depois de ter investido US$ 1,1 bilhão na compra do Tumblr, o Yahoo! resolveu, há algumas semanas, mudar o visual do Flickr, site que hospeda e partilha imagens fotográficas, sendo considerado a maior rede social de interação entre fotógrafos e apaixonados por fotografia. A batalha agora é para reviver o Flickr e fazê-lo a voltar a ser a principal referência na área, deixando para trás Facebook, 500px e, principalmente, Instagram.
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Yahoo! compra Tumblr por mais de 1 bilhão de dólares
Em 2006, impressionado pelos então desconhecidos tumblelogs – e buscando criar ele mesmo uma ferramenta para blogs que fosse mais dinâmica e flexível que as disponíveis –, um jovem de apenas 20 anos estava, sem saber, pavimentando seu caminho para o sucesso. O Tumblr, lançado um ano depois, não demorou para se tornar uma das mais populares ferramentas da web e recentemente fez do norte-americano David Karp o mais novo bilionário do meio; comprado nesta semana por aproximadamente US$ 1,1 bilhão (R$ 2,24 bilhões), o Tumblr agora é uma das principais apostas do Yahoo! para voltar à posição de destaque na internet que aos poucos vem perdendo.
Conheça alguns emoticons para Facebook
Em 1982 foi criado o primeiro emoticon, isso mesmo, na década de 1980, cerca de 30 anos atrás, o professor Scott Fahlman criou a primeira “carinha” na Universidade Carnegie Melon, propondo a sequência “:)” para assinalar piadas em um fórum on-line utilizado pelos professores. E assim um dos pilares da nossa comunicação na web foi inventado.
Copa e Olimpíadas no Brasil podem render negócios ao Twitter
Já não é mais novidade que o Twitter vem perdendo seguidores. Depois de sete anos de existência, o número de usuários que não twittam já chega a 40%. Boa parte dos internautas que utilizam a rede social usa a ferramenta apenas para acompanhar notícias sobre as pessoas que seguem.
Globo deixa de postar links no Facebook
No começo do mês passado um anúncio das Organizações Globo surpreendeu a todos: daquele momento em diante todos os canais oficiais dos veículos do grupo (Rede Globo de Televisão, Editora Globo, Jornal O Globo, Globo.com e G1) no Facebook não divulgariam mais links nas publicações. Desde então, cada “produto” (programa, site ou revista com página própria) vem orientando os internautas a acessar diretamente os sites para ler mais sobre o assunto abordado no post.