Conheça a plataforma de e-commerce Venda a Jato

Conheça a plataforma de e-commerce Venda a Jato

O e-commerce cada vez mais ganha o gosto dos brasileiros. Somente no ano passado, R$ 19 bilhões de bens de consumo foram vendidos. Isso significa que, segundo o PayPal – sistema de pagamento on-line -, mais de 35 milhões de consumidores preferiram ficar sentados no sofá e fazer seu pedido pela internet a ir à loja física.

A partir dessas informações fica fácil perceber que esse é um mercado em ascensão e que investir nesse tipo de negócio pode ser uma forma muito rentável de explorar as possibilidades comerciais da internet.

Foi pensando nisso que a Venda a Jato,  empresa com mais de seis anos de experiência e credibilidade no mercado de vendas pela internet, criou sua plataforma de e-commerce.

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Android é melhor que iPhone?

Android é melhor que iPhone?

Ninguém pode negar que o iPhone revolucionou o mercado de celulares em todo o mundo. O modelo de smartphone da Apple foi tão bem aceito pelos consumidores, que a empresa passou a Nokia em número de vendas e o iPhone 4 foi o modelo mais vendido no mundo no ano passado, seguido pela versão 3GS e 4S, de acordo com a ComScore.

Mas, apesar de todos os números impressionantes do aparelho, em termos de sistema operacional o Google ainda domina o mercado com o seu Android.

Inicialmente o Android era visto como um sistema operacional simples e inferior, encarado até com certo preconceito por quem tinha um iPhone. Mas o Google nunca parou de trabalhar e aprimorar o sistema, além de lançar novos serviços atrativos para os usuários. Isso deixou o sistema igual, se não melhor que o da Apple, veja os motivos:

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Outlook.com chega para substituir o Hotmail

Outlook.com chega para substituir o Hotmail

Um dos primeiros serviços de webmail da internet em breve dará adeus à rede. Na última terça-feira, dia 31 de julho, a Microsoft lançou oficialmente o Outlook.com, portal de e-mails que substituirá o Hotmail (e o Windows Live Mail). O “avô” dos e-mails on-line está há 16 anos no ar e conta atualmente 360 milhões de usuários em 220 países, com 60 milhões só no Brasil. A medida provavelmente seria para combater o crescimento do Gmail, serviço do Google.

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Amazon começa a vender no Brasil

Amazon começa a vender no Brasil

A Amazon, maior varejista de e-commerce do mundo, já tem uma data para começar a atuar com seu comércio eletrônico no Brasil. A empresa faz planos para a sua primeira fase de vendas no País, mas a princípio apenas objetos pequenos serão vendidos, como Kindles, CDs, DVDs, livros, videogames e softwares.

As atividades iniciam já em setembro e previsão de vendas para o período de setembro a dezembro deste ano é de cerca de 1,1 milhão desses produtos. Até 2013, a estimativa é que chegue até 4,8 milhões de itens.

Um executivo da companhia afirma que, apesar da venda inicial de apenas objetos de pequeno porte, nada impede que futuramente sejam vendidos objetos maiores, como televisores, e que tudo vai depender dos resultados a serem alcançados nos três primeiros meses de vendas.

A Amazon deve começar o seu centro de distribuição em São Paulo, como faz a B2W, dona das empresas Americanas.com, Submarino e Shoptime. Com a chegada desse comércio o mercado brasileiro, que foi responsável por R$18,7 bilhões em vendas no ano passado,

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Tecnologia web e suas plataformas: Antonio Borba explica

Tecnologia web e suas plataformas: Antonio Borba explica

Com a enorme demanda de smartphones, computadores e tablets no mercado, e a cada ano com uma tecnologia mais avançada, as pessoas não conseguem mais viver desconectadas e longe dos aparelhos eletrônicos. Isso exige um maior esforço das empresas que, atentas ao mercado, começam a investir na necessidade dos dependentes desse tipo de tecnologia web.

Por isso, empresas desenvolvedoras de websites estão pensando nessas criações a partir de diferentes plataformas. O Diretor Executivo da Magic Web Design, Antonio Borba, conta ao jornal Gazeta do Povo que “o melhor dos mundos é criar uma versão desktop, uma versão tablet e uma versão mobile”. Borba completa afirmando que a opção mais econômica seria desenvolver uma versão desktop compatível com tablets e mobile, mas garante que não é a melhor opção.

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