O uso da internet como exponencial fator de globalização trouxe à tona nichos de mercado até então desconhecidos ou inexplorados. A dificuldade de encontrar esses públicos, aliada à sensação de exclusão desses clientes impediam um contato mais direto entre empresa e consumidor.
Não é novidade para ninguém que o WhatsApp faz parte da vida de milhares de pessoas pelo mundo todo. Em um post em sua página do Facebook, o diretor executivo e fundador do WhatsApp, Jan Koum, informou que a ferramenta já tem 800 milhões de usuários cadastrados. Deste número, mais de 45 milhões são brasileiros. O aplicativo vem angariando muito mais usuários desde que foi comprado por US$ 16 bilhões pelo Facebook, no ano passado, e se continuar nesse ritmo, deve chegar a um bilhão de usuários em seis anos de existência.
Com 89 milhões de brasileiros presentes no Facebook, esta mídia social se tornou fundamental para empresas que buscam uma presença sólida no meio digital. Segundo dados recentes, quase 60 milhões de usuários conferem diariamente a plataforma no país, seja para conversar com amigos, compartilhar o seu dia a dia e conhecer produtos e serviços diferenciados, além, é claro, de ficar sabendo de ações promocionais em primeira mão.
Em seu Facebook, Pedro tem milhares de seguidores, centenas de curtidas em cada publicação e elogios em todas as fotos postadas. Diante desse cenário, é inquestionável afirmar que o usuário é popular nas mídias sociais. Mas, quando ele reclama sobre um produto, será que essa popularidade ajuda para que a crítica seja respondida mais rapidamente do que a de outras pessoas?
Drones, lasers e satélites são as apostas do Facebook para levar internet aos 60% da população que ainda está off-line. Porém, segundo Mark Zuckerberg, estas não serão as únicas ferramentas responsáveis por garantir acessibilidade.
Durante o Mobile World Congress, realizado em Barcelona no início do mês, o dono do Facebook explicou que drones e outras tecnologias podem ser importantes no futuro, mas, por enquanto, ainda estão em fase de pesquisa. Em um trecho da conversa, divulgada pelo Mashable, o empreendedor afirma que, daqui há dez anos, é possível que a tecnologia empregada seja outra.